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Por que Gisele Bündchen mexeu tanto com o Carnaval?

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Gisele Bündchen, 42, roubou a cena e foi um dos grandes destaques do Carnaval na Marquês de Sapucaí.

A top não desfilou por nenhuma escola, mas, contratada por um camarote, foi uma das “viponas” da festa e mobilizou uma multidão nos bastidores.

Mas, afinal, por que Gisele mexeu tanto com o Carnaval?

Gisele curtiu o Carnaval na Sapucaí pela última vez em 2011, há 12 anos. Ela desfilou pela Unidos de Vila Isabel, que apresentou o samba-enredo “Mitos e histórias entrelaçadas pelos fios de cabelo”. A escola foi patrocinada pela marca de xampus da qual Gisele era garota-propaganda. Naturalmente, a volta da modelo à Sapucaí depois de mais de uma década causou comoção.

Essa é a aparição mais “pública” de Gisele desde que a modelo ficou solteira. Gisele terminou seu casamento de 13 anos com o jogador de futebol americano Tom Brady em outubro do ano passado. Desde então, ela foi flagrada na Costa Rica e passou alguns dias de férias no Brasil, mas de forma discreta e longe dos holofotes. A combinação da nova fase solteira de Gisele com o Carnaval empolgou o público.

Gisele “repetiu” a roupa que usou na Sapucaí em 2004. A modelo recriou um visual de 19 anos atrás: apostou em uma calça branca, transformou o abadá em top e improvisou um cinto com um pedaço do tecido. O visual “básico” e nostálgico chamou atenção e movimentou as redes sociais.

Gisele é uma das modelos mais importantes do mundo e, apesar de aposentada, ainda é uma das mais bem pagas. Ela ganhou a alcunha de “ubermodel” quando estava no auge. “Uber”, do alemão, quer dizer “acima” ou “no topo”. A brasileira se aposentou das passarelas em 2015, mas se mantém na lista de modelos mais bem pagas. Nos últimos anos, ficou atrás apenas da novata Kendall Jenner, parte do clã Kardashian.

A modelo faturou alto com sua aparição relâmpago na Sapucaí. Inicialmente, a proposta da Brahma era de levar Gisele para um bloco de rua. Para tanto, a top teria pedido cerca de US$ 6 milhões (cerca de R$ 31 milhões). O valor assustou a marca de cerveja, que preferiu adaptar o plano e levá-la para a Sapucaí por um preço mais em conta -em torno de US$ 2 milhões (R$ 10,3 milhões) para que ela passasse três horas no camarote.

A presença dela impactou até outros camarotes. O “furacão Gisele” não passou só pelo Camarote N1, da Brahma, onde a modelo arrastou oito seguranças e dezenas de fotógrafos, fãs e jornalistas com sua chegada. O Nosso Camarote, de Carol Sampaio, mudou o horário de chegada de Grazi Massafera, por exemplo, para que a atriz não fosse ofuscada por Gisele.

FOLHAPRESS

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