Advogado desaparece misteriosamente no Lago Paranoá

O advogado Carlos Eduardo Marano Rocha (foto em destaque), 41 anos, continua sendo procurado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Ele sumiu após cair de uma embarcação no Lago Paranoá no sábado (1º/8). Os militares entraram no espelho d’água às 5h30 desta segunda (3/8) para continuar as buscas, que prosseguirão até as 19h.

O carioca trabalha para o escritório paulista Leite, Tosto e Barros Advogados. Segundo site da empresa, Carlos Eduardo, separado e sem filhos, cuida das áreas de agências reguladoras, consumidor, contencioso e resolução de conflitos, além de contencioso estratégico em tribunais superiores.

Ele tem experiência profissional de 14 anos, mais especificamente sobre direito obrigacional, contratual, bancário, além de ter forte prática na realização de auditorias. Formou-se em direito pelo Centro Universitário Euro-Americano (Unieuro), e fez pós-graduação em direito civil e processual civil pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, e em direito público pela Fortium Cursos Jurídicos, no DF.

De acordo com o boletim de ocorrência do caso, um homem de 32 anos comunicou à polícia o desaparecimento do amigo. O acidente ocorreu perto do Clube Cota Mil e ele disse que um dos passageiros de uma lancha teria caído no Lago Paranoá.

Duas lanchas estavam no local, com cerca de 11 pessoas. “Segundo relatos, sentiram falta do rapaz e a partir desse momento começaram a procurá-lo”, diz o boletim.

O caso
O homem desapareceu após cair de uma embarcação no Lago Paranoá no sábado (1º/8). Os militares entraram no espelho d’água às 5h30 desta segunda, também com a informação de que um corpo havia sido visto no Setor de Clubes Norte.

Um sonar 2D está sendo utilizado no serviço. O equipamento permite a visualização do perfil do fundo do lago, produzindo imagens dos objetos captados fazendo com que seja possível estimar seu tamanho real. Então, caso seja compatível com um corpo humano, uma dupla de mergulhadores submerge no ponto exato para a checagem.

Testemunhas relataram ao socorro que não viram o advogado Carlos Alberto cair do barco, apenas um boné flutuando na água. Portanto, não souberam informar corretamente o local da queda.

 

*Folhapress



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